American Pie: O Reencontro (American Reunion) – Crítica


American Pie: O Reencontro traz de volta o grupo original do primeiro filme de 1999, depois de diversos filmes (ruins) da série sem eles.

Quando o “American Pie: A Primeira Vez é Inesquecível” foi lançado, nem seu público alvo, os adolescentes, esperavam tanto sucesso da franquia depois de tanto tempo. Esses mesmo adolescentes envelheceram junto com os personagens, sendo adultos agora, sendo pais de família e tendo empregos.

Como já aponta o título, esse traz o reencontro da turma de 99, justamente 13 anos após terminarem o high school. Não se trata necessariamente de um filme sobre o rito de passagem para a vida adulta, mas é notável a ênfase em novas etapas que cada um dos personagens têm de passar: inserção no mercado de trabalho, convívio no casamento, falta de sexo no casamento, criação de filhos, frustração diante dos sonhos do passado.

Jim (Jason Biggs) e Michelle (Alyson Hannigan) estão casados e têm um filho, Evan, que os afasta sexualmente; Kevin (Thomas Ian Nicholas)  está casado, sendo o “marido perfeito”; Oz (Chris Klein) se tornou apresentador de um programa de esportes na TV e leva uma vida de aparências ao lado da namorada; Finch (Eddie Kaye Thomas) meio que desapareceu; e Stifler (Seann William Scott) trabalha como estagiário em uma empresa, onde sofre nas mãos do chefe.

A nostalgia é o clima que domina os personagens e a história. American Pie, mais conhecido pelas suas baixarias, continua tendo o mesmo ingrediente, mas dessa vez de uma forma mais madura, tirando o personagem de Stiffler que sempre será o mesmo de sempre.

O filme consegue divertir e fazer rir do começo ao final, e sem ser tão apelativo quanto os anteriores da franquia.

Personagens do primeiro filme retornam, como Vicky (Tara Reid), por quem Kevin era apaixonado, e Heather (Mena Suvari), o primeiro amor de Oz, além de personagens mais secundários como o Sherminator, Nadia, o cara do MILF e Jessica.

O personagem de Stifler é personagem mais engraçado sem dúvida, que insiste que as coisas continuem a ser do mesmo jeito de antes. Outros que se destacam é o pai do Jim (Eugene Levy) e a mãe do Stifler (Jennifer Coolidge) que também são bem engraçados.

Um ponto positivo é que o filme faz piadas relacionadas a época do primeiro filme, piadas que funcionaram muito bem, citando as ejaculações de Jim, o cara do MILF (Mom I‘d Like To Fuck), onde eles se viam num futuro e até uma piada sobre celulares, tecnologia não tão utilizada naquele tempo.

American Pie: O Reencontro é em minha opinião o melhor da franquia, mesmo que o terceiro (American Pie – O Casamento) também tenha sido excelente.

O filme com certeza vai agradar os fãs da série por não ter perdido a excelência que fez sucesso nos três primeiros filmes. Além de proporcionar muitas risadas e ter muita mulher bonita, o filme fala do triste aspecto da vida, da juventude que passa e que não se pode viver novamente. American Pie cumpre muito bem o que se espera, fazendo reviver os tempos de 1999, além de estar gerando uma nova geração.

Nota 8.5

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Sobre Guilherme Awesome Dude

Fanático por games, filmes séries e pelo Palmeiras, além de um bebedor de cerveja que não recusa um convite para se divertir com os amigos, desde que o líquido esteja gelado.

Publicado em 19 de junho de 2012, em Filmes e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Esse filme é muito bom, ri muito. Muito boa análise.

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