Anger Management – Análise


Charlie Sheen está de volta!! Anger Management nos traz o ator mais uma vez a televisão em nova sitcom exibida nos EUA pelo canal FX (será transmitida pelo canal TBS aqui no Brasil), a série é inspirada no filme de mesmo nome (Tratamento de Choque), de 2003, com Jack Nicholson e Adam Sandler.

A série estreou dia 28 de junho, estabelecendo um novo recorde do canal americano FX. Com a exibição do primeiro episódio, a série conquistou a média de 5.47 milhões de telespectadores. O segundo episódio, exibido na sequência, quebrou o recorde estabelecido pelo primeiro, conquistando a média 5.74 milhões. Na média entre os dois episódios, a série iniciou sua trajetória com 5.6 milhões de telespectadores.

Muito bons rendimentos para uma série de TV fechada, não? Sim. Vale a pena assistir? Continue lendo.

Na história, Charlie interpreta um ex-jogador de baseball, também chamado Charlie, que teve sua carreira prejudicada graças aos seus rompantes de raiva, o que o força a passar um período fazendo terapia. Após algumas recaídas, Charlie encerra sua carreira de jogador e passa a trabalhar como terapeuta, tentando ajudar outras pessoas como ele.

Charlie tem quatro pacientes fixos, um novo que aparece no primeiro episódio, e tem uma filha com sua ex-mulher, precisando estar calmo para lidar com sua filha adolescente. Além de ter um caso com uma sua amiga, também terapeuta, chamada Kate.

No primeiro episódio conhecemos mais de Charlie Goodson, seus pacientes, sua relação presente com sua ex-mulher, e mais um bocado de coisa, como qualquer episódio piloto. Eu gostei bastante, com um roteiro bem engraçado. A primeira cena é genial, dando uma indireta a Two and a Half Men (vídeo abaixo).

Depois de termos sido apresentados no primeiro episódio, no segundo Charlie recebe mais uma nova paciente, Mel, que foi sua “tira-azar” há muitos anos atrás. No terceiro Charlie tenta arrancar verdades de seus pacientes através do sono. E já no quarto Charlie tenta recuperar um de seus pacientes, Patrick.

O roteiro pode não ser dos melhores, não chega perto a Two and a Half Men (primeiras temporadas), a temática é surrada, mas a crítica está pegando pesado demais, olhe o da New York Magazine por exemplo:  “Os diálogos são pobres, os personagens pequenos e a performance de Sheen é tão descomprometida que Anger Management dá sono”.

Discordo desta crítica, sitcom tem apenas um objetivo, fazer rir, se conseguir isso já conseguiu o seu ponto, se fizer mais que isso, ter um bom romance, fazer emocionar, como How I Met Your Mother, por exemplo, vira obra-prima.

Anger Management apenas começou, mas já dá para perceber que é apenas uma boa comédia. Se você quiser ver uma obra da arte da comédia, irá se desapontar, se quiser apenas se divertir e soltar boas gargalhadas, veja sem medo.

Os fãs de Sheen não devem se desapontar, eu particularmente, recomendo!

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Sobre Guilherme Awesome Dude

Fanático por games, filmes séries e pelo Palmeiras, além de um bebedor de cerveja que não recusa um convite para se divertir com os amigos, desde que o líquido esteja gelado.

Publicado em 14 de julho de 2012, em Séries e marcado como , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Acho que essa série deve melhorar. Quando assisti o primeiro capítulo achei uma porcaria, achei as piadas forçadas e os personagens muito caricatos, mas quando assisti os outros episódios,essa primeira impressão sumiu. Acho que os roteiristas estão aprendendo o que funciona e estão fazendo o máximo pra melhorar

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