Wolverine – Imortal (The Wolverine) – Crítica


Wolverine – Imortal (The Wolverine) - Wallpaper

Depois de X-Men Origens: Wolverine, que eu acho razoável (sou um dos únicos que não acha um desastre), o mutante mais furioso da Marvel está de volta, agora se aventurando em solo japonês em Wolverine – Imortal.

Baseada numa série de histórias em quadrinhos dos anos 1980, este Wolverine – Imortal ambienta sua história após os eventos de X-Men: O Confronto Final (2006).

O filme começa de forma sensacional, Logan (Hugh Jackman) salvando o militar Yashida do efeito devastador da bomba atômica de Nagasaki. Essa introdução não passava de um dos pesadelos de Logan, que vive sonhando com Jean Grey (Famke Janssen), morta por suas garras.

Num bar, a mutante japonesa de cabelos vermelhos, Yukio (Rila Fukushima) é introduzida, ela convence Logan a ir ao Japão para se despedir de Yashida, que esta morrendo. Ao chegar na terra do sol nascente o (anti-)herói é surpreendido com uma proposta para tirar sua imortalidade e conhece Mariko (Tao Okamoto). No meio disso tudo esta ocorrendo um conflito familiar, pela herança de Yashida, que é uma obsessão de seu filho, que ambiciona poder. Daí em diante, Yakuzas, ninjas e outros mutantes passam a ganhar um pouco de destaque na perseguição que culmina no aparecimento do Samurai de Prata, mutante famoso do universo Marvel.

Wolverine – Imortal (The Wolverine) - Hugh Jackman

James Mangold, o diretor do filme, surpreende pelo fato de se preocupar menos com as cenas de ação, em benefício da composição e definição dos personagens. Isso não é ruim: na verdade, valoriza os momentos explosivos, a cena do trem bala em particularmente é ótima.

O maior problema do longa é quando chega seu terceiro ato, quando cai um pouco de qualidade. Víbora (Svetlana Khodchenkova), apesar de sexy, não tem bons diálogos, e os fãs de Wolverine podem ficar desapontados com o Samurai de Prata, que pouco aparece.

Wolverine – Imortal (The Wolverine) - Samurai de Prata

Há ainda o romance de Logan com Mariko, que até funciona, mas Tao Okamoto chama mais atenção pela beleza de seu rosto do que sua atuação. Hugh Jackman, cada vez mais a vontade no papel, volta a interpretar o personagem com uma ótima performance.

Como exigido de todo grande blockbuster, o filme tem belos efeitos, direção de arte de qualidade, e uma grande fotografia graças as lindas paisagens  japonesas. Já o 3D é ruim, e é totalmente dispensável.

Wolverine – Imortal (The Wolverine) - Mariko (Tao Okamoto)

O saldo de Wolverine – Imortal é positivo, tem boas sequências de ação, tem uma história simples (mas eficiente), é divertido, eventualmente engraçado, e é com certeza é melhor que o Origens. Wolverine fez bem em viajar, tomar novos ares.

Destaque para a cena pós-créditos, que é excelente e já prepara terreno para X-Men: Days of Future Past.

Nota: 7

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Sobre Guilherme Awesome Dude

Fanático por games, filmes séries e pelo Palmeiras, além de um bebedor de cerveja que não recusa um convite para se divertir com os amigos, desde que o líquido esteja gelado.

Publicado em 30 de julho de 2013, em Filmes e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Não consigo assistir aquele Origens, é muito chato e nada a ver. Já esse parece ser bem melhor, levando em conta as criticas mais amistosas. Quando puder assisto.

    Até!.

  2. Também gosto do Wolverine Origens. Mas esse não deu pra engolir… achei muito ruim!

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